Primeiramente gostaria de abraçá-los, mesmo que tardiamente, pela chegada de um novo ano.
Eu estava viajando e, por isso, novamente desliguei-me do Blog.
Novamente estarei em casa por alguns dias, pela conversão de horas extras em folga.
Enquanto não recebo em dinheiro, tiro folga.
Como não ganhei na Mega da Virada, o trabalho segue.
Muito embora talvez seguisse trabalhando mesmo com esse "dinheirinho" a mais.
Eu estava na região Serrana do Estado quando fiquei sabendo da notícia da morte do foragido mais procurado do RS.
Conheço um dos PMs que estava na ocorrência, já que ele é natural de São Luiz Gonzaga.
A placa de um dos carros, clonada, era de São Luiz Gonzaga.
Estanhas e interessantes coincidências.
Embora a função policial seja a de exercer seu papel preservando vidas, acredito que, no caso mencionado, muito embora com as mortes, isso foi feito.
Foram preservadas as vidas dos reféns e dos policiais.
Pela descrição dos fatos, uma cena surreal, onde a técnica foi auxiliada pela sorte.
Tivessem os policiais acertado um dos reféns, seriam crucificados por uma atuação desastrada, independente da morte de bandidos.
Ninguém quer saber o motivo do erro da Polícia.
Não nos é permitido errar.
Diante de todas as circunstâncias (policiais em número inferior, feridos, com armamento inferior, bandidos com muitos reféns, a escuridão de uma estrada vicinal) vejo como uma ação iluminada, digna de medalha e promoção por ato de bravura.
Há alguns dias, recebi minha segunda portaria de louvor, pela pariticpação naquela primeira operação, em Itaqui (aquela do gato preto).
Isso é gratificante.
Ninguém trabalha só pelo dinheiro.
O reconhecimento sempre nos motiva ainda mais.
Que o novo ano que começa seja promissor, com muito combate à criminalidade.
Sempre, claro, voltando para casa.
