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terça-feira, 13 de novembro de 2012

A aproximação da onda de violência.


Mais um dia normal.
Chega ser entediante falar sobre as mesmas atividades.

Na prática (ainda) não é tedioso.
Segue a organização no nosso cartório.

E vai longe.
É muita coisa.

Durante a tardem conduzimos um preso, que está sob nossa custódia, até o hospital, para tratamento.
Bastante tempo envolvido com isso.

Aproveitei para conversar com os familiares e constatar a normalidade com que tratam algumas coisas.
De resto, atividades pequenas, rotineiras.

Hoje, como nos últimos dias, não há coisas interessantes para contar.
A não ser o fato de eu ter encontrado, finalmente, um lugar interessante e relativamente barato para morar.

Depois de quase dois meses.
Relativamente barato para a cidade, claro.

Mas um lugar muito bom e seguro.
Agora tenho que organizar a papelada e atender todas as exigências da imobiliária.

Hoje também percebi que a onde de violência vem descendo.
Já chegou a Santa Catarina.

Muito embora sem vítima, a propagação do terror e do medo.
Na realidade, eles querem que esse sentimento de insegurança se instale.

Acredito ser esse o objetivo.
Ninguém está imune.

Logo, talvez aconteçam aqui no Estado.
No interior, acredito que seja mais difícil.

Não há, em tese, grupos tão complexos e organizados.
Todavia, devemos estar sempre atentos.

6 comentários:

  1. Fala parceiro, atividade sempre nessa luta do dia a dia....

    Qual pistola forneceram pro seu grupo ?

    abs.

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  2. Luiz Eduardo,

    Fiz o Psico aqui da PCERJ!! Tenso a espera do resultado!! Por isso venho pedir que continue postando! Você tem trabalhado demais e seus leitores estão a espera de novas histórias!! Até mesmo pra me fazer continuar sonhando e me ajudar a fazer o tempo passar!!
    Parabéns pelo blog! Acompanho há um bom tempo e vc escreve muito bem!! Parabénsssss!!

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  3. É parceiro, até nos noticiários aqui do RJ está mostrando a onda de violência em Santa Catarina, em São Paulo nem se fala.
    Coisa semelhante aconteceu aqui no RJ há uns anos atras, na época eu nem pensava em ser polícial.

    Aí vieram as pacificações das favelas (comunidades) e a coisa ficou um pouco mais tranquila por aqui na capital (agora no interior e periferia está complicado, pois com as pacificações os vagabundos fugiram da capital para esses lugares), não me impressionaria se esses atentados em Sampa e em Santa Catarina tivessem bandidos daqui do RJ envolvidos.

    Seguimos na luta.
    Abraços
    Fábio D.

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    Respostas
    1. É possível sim Fábio.
      Já fomos alertados aqui no Estado, mas por enquanto nada aconteceu.
      Menos mal.
      Abraço!

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